Festas Juninas

Olá! Domingo ensolarado e com um ventinho frio. Hoje foi dia de preparar uma Canjica. Gosto de comê-la bem quente, mas há quem a prefira fria.

No Nordeste brasileiro, ela é chamada de mungunzá, mas no Sudeste a chamamos de canjica. É um doce feito de grãos de milho-branco inteiros, cozidos em um caldo contendo leite, leite de coco, açúcar, canela em rama e cravo-da-índia.

Os ingredientes são simples, mas o preparo deve seguir algumas etapas: 1º: deixe de molho por 12 horas; 2º: cozinhe na panela de pressão por cerca de 40 minutos (com a canela e o cravo); 3º: cozinhe em fogo baixo com o leite, o leite de coco e o açúcar até ficar cremosa. Para finalizar, polvilhe canela em pó e sirva.

Prepare-se para sua cozinha ficar com o cheirinho de cravo e canela no ar!

Para que vocês possam conhecer um pouquinho da Festa Junina, também tirei algumas fotos da decoração. Registrei as tradicionais bandeirinhas coloridas, que não podem faltar, e algumas barracas cheias de guloseimas.   

Quando o Brasil entra em campo

Essa semana tem jogo do Brasil na Copa do Mundo.

Estou em uma loja do shopping quando, ao me despedir, uma vendedora me agradece pela visita. Seus olhos brilham de entusiasmo. Com um sorriso largo, deseja: “Bom jogo!”.

Percebo que a alegria é geral.

Pelos corredores, as pessoas passam exibindo algum detalhe em verde e amarelo. Alguns, mais entusiasmados, vestem a camisa da Seleção com orgulho. Outros carregam discretamente uma bandeira, um boné ou um simples adereço que denuncia a torcida.

De repente, avisto um pet passeando ao lado de seu dono. No pescoço, uma bandana verde e amarelo balança a cada passo. Ele desfila orgulhosamente entre os torcedores.

Há algo especial nesses dias.

Por algumas horas, diferenças ficam em segundo plano e uma mesma expectativa une desconhecidos. Os sorrisos se encontram, os cumprimentos surgem espontaneamente e a esperança veste as cores da bandeira.

Hoje, a alegria passeia pelos corredores, ilumina os semblantes e aquece os corações. O futebol pode durar apenas noventa minutos, mas a alegria que ele desperta começa muito antes do apito inicial.

Avante, Brasil!

Bom jogo!

Com carinho

Maria Cristina

Instantes

 Bem-vinda! Primeiro domingo de Inverno.

 A estação mais fria do ano chegou às 05h24 da manhã. 

Festas Juninas

O inverno chegou e com esse friozinho de domingo, hoje foi dia de preparar Milho-verde cozido. Comprei deliciosas espigas de milho na feira. Mas desta vez, não farei nenhum doce com eles, pois quero comer o milho bem quentinho com manteiga. Vocês já provaram comê-los assim?

O segredo está em escolher o milho. Não escolha um milho com grãos muito amarelos e um pouco murchos, pois isso significa que eles estão mais maduros. Já se eles estiverem branquinhos, com os grãos bem estufados, então eles estão novos e perfeitos para saborear.

E o preparo é simples. Em uma panela grande, coloque água e as espigas de milho. Adicione um pouco de sal. Leve ao fogo alto e deixe cozinhar por cerca de 30 minutos ou até que os grãos de milho estejam macios.

Uma delícia para aquecer as tardes frias do inverno!


Instantes

 

Solzinho de inverno é ótimo para dar um passeio. E o mês de férias é uma época deliciosa para se visitar São Sebastião, a cidade mais antiga do Litoral Norte de São Paulo que foi elevada à vila em 1636.

Além de visitar o Centro Histórico com suas Edificações Históricas, Igrejas e Capelas e suas lindas praias, o visitante pode dar um passeio de barco e ter a sorte de avistar uma Baleia Jubarte. Nesta época, Baleias e Golfinhos de várias espécies podem ser avistados na costa de São Sebastião e no Arquipélago de Ilhabela.                 


O “Projeto Baleia à vista!”, fundado por Júlio Cardoso, observa e registra as espécies em suas temporadas de passagem pela região, além de alertar moradores e turistas a respeitarem as normas de avistagem, contribuindo para a preservação desses animais e do ambiente marinho.  
 
Com carinho,
Maria Cristina 

Mochilas Invisíveis

Observo as pessoas que passam pela rua e não consigo deixar de pensar que cada uma delas carrega uma história diferente.

Algumas levam mochilas pesadas nas costas. O peso parece fazê-las inclinar o corpo para frente, como se cada passo exigisse um esforço a mais. Outras caminham apressadas, com os olhos fixos em algum destino que não querem perder. Há também aquelas que seguem em silêncio, mergulhadas em pensamentos que ninguém ao redor é capaz de adivinhar.

Às vezes elas se esbarram. Trocam um rápido pedido de desculpas e continuam seu caminho. Cada uma seguindo sua própria jornada, ocupada demais para perceber as histórias que cruzam a sua.

Fico observando por alguns minutos e me pergunto quais fardos carregam. Quais preocupações habitam aqueles semblantes sérios? Quais sonhos ainda esperam realizar? Quais dores escondem atrás de um sorriso apressado?

Então me ocorre que talvez as mochilas visíveis sejam as mais leves. Muito mais pesados podem ser os pesos invisíveis que cada pessoa leva dentro de si: as perdas, as saudades, os medos, as responsabilidades, as expectativas e as batalhas que ninguém vê.

Talvez seja por isso que a gentileza seja tão importante. Nunca sabemos o tamanho da mochila invisível que o outro está carregando.

E enquanto observo as pessoas desaparecerem na multidão, levo comigo esse pensamento: todos estamos caminhando, cada um à sua maneira, tentando seguir em frente com os pesos que a vida nos confiou.

Com carinho,

Maria Cristina 

Festas Juninas

  


Olá! Um amanhecer de sábado friozinho.

O dia certo para preparar uma receita de Curau! Milho cozinhando no fogo e cheiro de canela perfumando a cozinha. A receita é simples: milho verde, açúcar, leite e canela em pó para polvilhar na hora de servir.

Tradicional na culinária brasileira, esse é um dos doces mais gostosos da Festa Junina.

Festas Juninas: lembranças que aquecem o coração

Há algo muito especial nas Festas Juninas. Elas nos remetem à infância, a um tempo em que as alegrias pareciam mais simples e os momentos compartilhados tinham um brilho especial.

Quando junho chegava, a expectativa era enorme. Havia a ansiedade gostosa pela festa na escola, onde as crianças vestiam seus trajes de caipirinha, com roupas coloridas, remendos e chapéus de palha. Tudo era motivo de encanto e diversão.

Ao cair da noite, a fogueira se tornava o centro da festa. Ao seu redor, famílias e amigos se reuniam para conversar, rir e saborear as deliciosas comidas típicas. O aroma do milho, do amendoim e dos doces caseiros se misturava ao som das músicas animadas e da tradicional quadrilha.

As Festas Juninas nos conectam às nossas raízes, às lembranças da infância e às pessoas que fizeram parte da nossa caminhada. São recordações de encontros, de afeto e de uma simplicidade que muitas vezes faz falta nos dias de hoje.

Talvez seja por isso que essas festas continuem tão presentes em nosso coração. Elas nos lembram da importância de celebrar os pequenos momentos, de valorizar as tradições e de cultivar os laços que dão sentido à nossa vida.

E assim, a cada mês de junho, as bandeirinhas voltam a colorir os espaços, as músicas voltam a tocar e as lembranças retornam para aquecer o coração, como uma fogueira acesa em uma noite fria.

Com Carinho

Maria Cristina 

Festas Juninas


 
Olá! Domingo de sol e friozinho! Hoje foi dia de preparar o Arroz Doce Cremoso, uma comidinha típica de festa junina... e uma das minhas favoritas!

Com o sol atravessando as janelas e o perfume da canela e das raspas de laranja se espalhando pela cozinha, a tarde ficou ainda mais aconchegante e acolhedora.

Os ingredientes são bem simples: leite em pó, leite condensado, arroz, açúcar, raspas de laranja e canela. 

E como as noites de outono no Sudeste costumam ser frias, servimos ele bem quentinho em uma cumbuca.

Eu já vi esse filme! O Vingador do Futuro

 

Viviane França
 
Olá! Como vocês estão? Hoje se inicia nosso bate-papo sobre filmes que ganharam um remake. A partir dessa semana, a coluna Eu já vi esse filme! trará matérias sobre filmes que foram sucesso de público e crítica e que voltaram com uma nova roupagem. Alguns seguem as histórias, exatamente como elas foram contadas, outros, tornam os filmes tão irreconhecíveis, que duvidamos se já os assistimos alguma vez.

Vocês já assistiram as duas versões do filme O Vingador do Futuro (Total Recall)?  

 
Assistir a refilmagem do filme homônimo de 1990, baseado num conto de 1966 de Philip K. Dick, "We Can Remember It for You Wholesale", é embarcar em uma nova jornada. Ao contrário do filme anterior, o novo Vingador não apresenta a viagem ao planeta Marte. Seu assunto central é em torno de uma rebelião de trabalhadores operários da Colônia contra a elite abastada da União Britânica.

Com um ritmo acelerado, a história – como no original – se passa em 2084. No fim do século XXI uma guerra química deixou a Terra quase inabitável. Os dois territórios viáveis à vida humana são a União Federativa da Bretanha - UFB (Europa) e a Colônia (Austrália).

Doug Quaid (Colin Farrell) é um operário da Colônia que trabalha em uma fábrica de robô. Descontente com sua vida, ele atravessa o planeta todas as manhãs embarcando no transporte, ‘A Queda’ - uma espécie de elevador - que leva os trabalhadores de um lado ao outro do planeta através do centro da Terra.

Certo dia, quando Doug vê sua promoção ser negada, ele decide procurar pela empresa Rekall, conhecida por implantar memórias. Um lugar onde os cidadãos da Colônia podem realizar seus desejos. Se você quer ser um matador, ganha lembranças de ter sido um. Mas o procedimento não sai como o esperado quando Doug decide que deseja memórias de um agente secreto.

Despertando habilidades e memórias adormecidas, ele precisa encontrar as pessoas certas, antes que Lori (Kate Beckinsale), sua esposa (interpretada na versão de 90 por Sharon Stone), o capture. Durante sua fuga - ora pelos becos, ora pelas largas avenidas da cidade - Doug cruza com Melina (Jessica Biel), alguém com quem ele sonha há algumas semanas. Uma aliada que poderá ajudar o agente da resistência a encontrar seu caminho.

Ao contrário da versão de 1990, protagonizada por Arnold Schwarzenegger, a nova história acontece apenas em nosso planeta. Num futuro em que as cidades superpopulosas são construídas verticalmente e os cidadãos monitorados pelo governo com suas câmeras e robôs.

Gosto dos dois filmes, mas confesso que prefiro O Vingador do Futuro dos anos 90. Muitos filmes dos anos 80 e 90 são considerados "cafonas" hoje em dia, mas aí está o charme que os tornou cult. Com histórias simples, cenários exagerados e figurinos coloridos, eles nos divertiam. Era delicioso assistir a eles, mesmo que no mês seguinte já tivéssemos esquecido parte da história. Mas valia a pena. Saudades dessa época!

E vocês? Ficaram empolgados para assistir? Escolheriam o original ou o remake?

Festas Juninas

 

Olá! Como vocês estão? Hoje foi dia de preparar Pinhão. A maneira mais clássica de preparar essa semente é cozinhar na panela de pressão com sal. Quando fica pronto é só descascar e comer.

Além de nutritivo, ele é delicioso! Macio e com um sabor suave, vocês não vão conseguir comer apenas um.

E como estamos na época das baixas temperaturas, costumamos saborear esse prato bem quentinho. Nas festas juninas, ele é um dos quitutes mais consumidos.

Está aberta a temporada das delícias juninas!

Com carinho,

Maria Cristina